domingo, 12 de novembro de 2017

O problema é que eu idealizo muito a felicidade individual,
que não é necessário ninguém pra compartilhar a vida.

Que eu tiro melhor proveito de tudo quando estou sozinha,
- quando eu consigo melhor me concentrar e reparar em coisas que não repararia.

E, realmente, eu não preciso. Não sinto necessidade alguma.

O que preciso, na verdade, é tirar da cabeça duas coisas:
esse falso idealismo de felicidade,
e de querer buscar gozar somente de sentimentos que um indivíduo sente ao se apaixonar;
devaneios estes que, em mente, são um mar de cosmos ao ocaso.
Mas que fora do papel é algo inesperadamente incondizente ao contexto criado em meu mundo.
... porque são pessoas. Pessoas são inconstantes, são imprevisíveis. Como eu.


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